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A minha primeira vez – Livro Marketing Digital para Empresas

O livro Marketing Digital para Empresas foi a minha primeira experiência de escrita para um livro. Foi escrito em conjunto com cinco profissionais que respeito e admiro – André Novais de Paula, Andre Zeferino, Marco Gouveia, Paulo Faustino e Virgínia Coutinho.

frederico carvalho - livro marketing digital empresas

 

livro marketing digital para empresasÉ um Livro direcionado a empresas que procuram uma estratégia de Marketing Digital eficaz para os seus negócios! Um Guia prático para aumentar a visibilidade e as vendas na internet.

Para apoiar outras pessoas que possivelmente possam vir a escrever um livro, lembrei-me de algumas interrogações que podem também ser as suas:

  • Por onde começar…
  • Que métodos devo ter…
  • Como superar o medo, a procrastinação….
  • Como evitar sentir-se sobrecarregado?

 


O que é preciso para escrever um livro?

Vou poupar-vos aos detalhes técnicos da relação comercial ou promocional, porque essa etapa é pós escrita da obra. Tudo começa com o próprio autor.

Primeiro é preciso pensar e decidir sobre o que vai escrever. As palavras começam a brotar….
No que me diz respeito fui desafiado pela Virgínia Coutinho, que já tinha idealizado a distribuição dos capítulos pelos vários autores, colocando um objectivo definido em relação à expectativa do resultado final.

O segundo fator importante para escrever um livro é manter-se motivado: Ao longo do percurso é possível que sinta alguma inércia, estímulos que podem distrair do foco principal e acima de tudo uma confrontação com hábitos que precisam de ser explicados para que as pessoas compreendam as ideias lógicas que só vivem na sua cabeça.

Diria até que planear com antecedência potenciais obstáculos,  garantem segurança e firmeza do objetivo se e quando essas situações acontecerem.

No meu caso, eu sabia que precisava de conciliar com as minhas formações no Curso Intensivo de Marketing Digital, projectos de Consultoria, lançamento do Curso de Storytelling e Marketing de Conteúdo, e muito especialmente a produção do CLICKSUMMIT.

Garanto que a gestão de tempo e agenda, foi um dos maiores desafios de todos os autores, já para não falar das muitas revisões individuais e acompanhamento de amigos e autores.

Fui afortunado porque a minha curva de aprendizagem foi mais rápida, pelo facto de ter pessoas com mais experiência como o André Zeferino, Virginia Coutinho e Paulo Faustino que já tinham as suas experiências em livro/ebook.

Por último, e sucintamente, digo-vos que  é uma experiência muito enriquecedora: As pessoas querem saber quem és, não quem foste e no caso em particular do livro é pouco relevante se iniciou o projecto, mas sim a capacidade em completá-lo. Para o autor fica a sensação de algo próprio que já não dele! é de todos quanto queiram apropriar-se da obra!

Se manteve a atenção até este ponto, então posso partilhar algumas ideias adicionais para ajudar.

Tenha um objetivo em mente:

Qual é a pergunta que pretende responder no seu livro ou a grande ideia base?

O meu capítulo procura oferecer uma visão global sobre o desenvolvimento de Site e Landing Pages. Sempre com o objetivo de tornar a sua estratégia de marketing digital mais eficaz, otimizando a exposição da sua marca e as vendas que realiza através dos canais digitais.

Certamente que muitos autores, deixaram livros inacabados e falo por conhecimento próprio da minha família. Livros que podiam ajudar as pessoas, traziam beleza ou sabedoria para o mundo, mas nunca vieram a ser…o autor desistiu.

O processo de escrita é importante, mas não só pela arte,  mas também por ser um produto digno que traz algo a partilhar com os outros.

Qualquer acréscimo ao conhecimento existente é um valor partilhável e no caso específico há pouca literacia no tema de Marketing através dos canais digitais e, embora haja autores muito relevantes no mercado sobre o tema –  do percursor Filipe Carreira, do autor que mais livros publicou na área Vasco Marques, aos contributos do estimado Jorge Remondes, David Monteiro, João Neto, Carolina Afonso, Inês Amaral, Uriel Oliveira, Márcio Miranda, Daniel Pereira, Elsa Fernandes, Luciano Larrosa, Arnaud de Baynast, Jacques Lendrevie, Julien Lévy, Pedro Dionísio, Vicente Rodrigues, André Zeferino e tantos outros colegas que em obras coletivas ou individuais contribuíram para o conhecimento da população portuguesa – a verdade é que é ainda muito pouco.

Mantenha marcadores à mão:

Uma caneta ou um papel colados nas proximidades de livros que lê, para facilitar a pesquisa de temas ou assuntos que ficaram assinalados como relevantes. Se preferir use um bloco de notas, anote informações relevantes para aprimorar o conhecimento no tema da escrita.

Com o objectivo de gerar novas ideias, e ajudar a tomar decisões recomendo que tenha um método para consultar assuntos técnicos rapidamente.

Os dados mais estatísticos no meu capítulo, a título de exemplo, fazem parte desse processo de recolha de informação.

Estabeleça o seu espaço de escrita.

Se algumas pessoas podem escrever em locais movimentados como cafés, outros podem preferir livrarias ou num espaço isolado em casa. No meu caso, escrevi o livro, sempre no mesmo sítio no escritório em casa.
Não me recordo de ter algum hábito de horário, mas reservava os fins-de-semanas para concentrar-me a escrever.

Quebre o projeto em pequenos pedaços.

Escrever um livro parece um projeto colossal e é francamente trabalhoso.

Ter um esboço (ou estrutura básica) das áreas que gostaria de abordar é essencial.

Em resumo, organize as suas ideias e durante o livro, faça previsões do que o leitor irá encontrar  em cada capítulo (explicando que mais à frente vai ler sobre X, Y, Z) para que o leitor preveja as novas ideias, informações privilegiadas, algo relevante que o deixará entusiasmado para continuar a ler.

Defina um cronograma de redação firme.

Há quem faça três sessões de duas horas cada, duas sessões de três horas ou seis sessões de uma hora, enfim cada um funciona como pode e gere os horários da forma que lhes for mais conveniente.

frederico carvalho - livro marketing digital empresasO que eu posso partilhar é que que não é produtivo escrever 10 ou 15 minutos e largar o trabalho. A nossa atenção deve estar  concentrada para o propósito a que se destina. Eu recomendo um padrão regular (mesmos tempos, mesmo dia) que pode facilmente  tornar-se um hábito.

Imensas foram as vezes que me ocorreu não dispor de  tempo para escrever, que precisava de cumprir as minhas responsabilidades com clientes ou que iria a um próximo grande sucesso de Hollywood que me deixava mais entusiasmado…mas havia um prazo sagrado e uma cumplicidade com os meus colegas autores.

O prazo de conclusão resvalou? Sim!
Tivemos imprevistos, mas ter um prazo é uma motivação, cumpri-lo é sagrado.

Torne-se um autoeditor feroz.

Li dezenas de vezes o meu conteúdo, que foi aprimorado muitas mais.
Sem contar com a revisão editora, calculo que tenha sido lido por umas 8 pessoas diferentes, algumas das quais mais de  uma vez.

MESMO ASSIM escaparam pequenos erros ortográficos, ou “gralhas” como é costume dizer-se, mas que me deixam super incomodado… mas enfim, vão ser revistos numa segunda edição.

Para tornar-se um editor feroz, recomendo:

  • Omita palavras desnecessárias;
  • Escolha a palavra simples para explicar uma ideia
  • Evite redundâncias
  • Evite adjetivos excessivos
  • Encontre um mentor(a) com experiência em escrita para explicar as correcções ao seu texto para que possa aprender a não repetir os mesmos erros.

Lançamento do Livro

A preparação do lançamento do livro foi muito entusiasmante tanto em Lisboa como no Porto.

O André Novais de Paula preparou uma apresentação power-point, garrafas com rótulo personalizado, nome das pessoas, coffee-breaks, uma máquina.
O Lançamento foi no Ideia-Hub, graças aos esforços da Virgínia Coutinho.
O site www.marketingdigitalempresas.pt foi feito pela agência do Marco Gouveia e começamos as vendas online do livro.
Todos colaborámos, apoiámo-nos e celebrámos meses de dedicação, neste entusiasmante desafio.

O evento agregou cerca de 200 pessoas, um acontecimento muito bonito. Ao fim de 50 livros doía-me a mão de assinar (2 meses antes cai de mota, com uma rotura de ligamentos), mas escrevi alegre e contente por um momento tão especial.

frederico-carvalho-livro-marketing-digital-lancamento

Escreva!

Sem o primeiro livro, nunca vai aprender as lições que de outra forma perderia. Publique!
Falhe cedo (se necessário) e tente novamente, esta é a única maneira de melhorar.
Tem que praticar, o que significa que tem que continuar a escrever no blog, em artigos de opiniões, ou num novo livro.

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Metadados #dicadigital

Metadados são as tags de título, as descrições, os textos alternativos, etc. Trabalhe-os com precisão ou irá afetar negativamente a sua visibilidade nos motores de busca. #website #tips #digital

Link Youtube: https://youtu.be/VuRt-n7vxiI

 

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#dicadigital – Responsive Web Design com as principais tendências

Se o seu site foi construído há 2 anos (ou mais), pense em renová-lo para garantir que está alinhado com as melhores práticas de Responsive Web Design e com as principais tendências em comportamentos do utilizador nos padrões da Web.

Mais uma importante do que ter um design clean, moderno ou atrativo é ter um site funcional que o ajude a vender ou promover a marca que representa. #website #tips #digital

#dicadigital - fredericocarvalho.pt - webdesign trends

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#dicadigital – Extensão de clique para chamada em Google #searchadvertising

Se, numa campanha Google, usar uma extensão de clique para chamada, faça-o com um número de rastreio de modo a que possa identificar e medir que anúncios trazem melhores resultados.

Mais informações: 
Usar as extensões de chamada
Link 1: https://support.google.com/adwords/answer/2453991?hl=pt-pt

Melhorar o seu anúncio com extensões
Link 2: https://support.google.com/adwords/answer/2375499?hl=pt-pt

#searchadvertising #tips#dicadigital - fredericocarvalho.pt - extensão de clique para chamada

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#dicadigital – Dê atenção ao copy para os seus Call To Action.

Dê atenção ao copy para os seus Call To Action.

Um incentivo para ação (geralmente abreviado como CTA) é uma imagem ou linha de texto que solicita aos seus visitantes, e clientes que atuem. É, literalmente, um incentivo para tomar uma “ação”.

A ação que pretende que as pessoas tomem pode ser qualquer coisa: faça o download de um ebook, inscreva-se para um webinar, obtenha o cupão, assista ao evento, entre outros.

Um CTA pode ser colocado estar em várias peças de comunicação, tais como site, um ebook, e-mail, ou mesmo no final de uma publicação no blog

Este deverá ser forte e indicar claramente o que deseja que os consumidores façam.

dicadigital - fredericocarvalho.pt | call to action

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#dicadigital – Identifique e siga as regras de anúncios no Bing, Yahoo! e Google

Ao planear a sua campanha, identifique e siga as regras de anúncios no Bing, Yahoo! e Google, pois todos eles possuem formatos ligeiramente diferentes.

Link para condições da Google: https://support.google.com/adwordspolicy/answer/6008942?hl=en
Link para condições da Yahoo: https://advertising.yahoo.com/solutions
Link para condições do Bing: https://advertise.bingads.microsoft.com/en-us/resources/policies

#searchadvertising #tips

#dicadigital - fredericocarvalho.pt - Identifique e siga as regras de anúncios no Bing, Yahoo! e Google

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#dicadigital | Otimize o URL exibido no anúncio de pesquisa

Otimize o URL exibido no seu anúncio de pesquisa para que seja relevante para o produto ou serviço que está a promover

A importância do URL

Otimize o URL exibido no seu anúncio de pesquisa para que seja relevante para o produto ou serviço que está a promover.

O URL de visualização, geralmente em verde, é composto pelo domínio do seu URL final e o texto nos campos “caminho” opcionais.

Esses campos foram projetados para ajudar as pessoas que vêem o anúncio a terem uma noção para serão encaminhadas quando clicarem.

#search #dicadigital

Otimize o URL exibido no seu anúncio de pesquisa para que seja relevante para o produto ou serviço que está a promover

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E o erro mais comum no envio de email-marketing é…

Alguns profissionais e empresas ainda enviam emails com intuito comercial, com fraca legibilidade e imagens gigantes, por isso está na altura de reforçar os conhecimentos dos meus leitores com algumas sugestões simples.

Se o conteúdo do email promove um produto ou serviço, ou dá a conhecer alguma notícia ou dica, é importante ter um link a direcionar para um espaço exterior ao email,  seja o artigo num blog, uma página de produto, uma notícia, uma landing page, entre outros.

O papel do email não termina na visualização da mensagem, mas na capacidade de atrair o utilizador e incentivar o clique, direcionando o utilizador para fora do email.

Garantir que o email é entregue na caixa de entrada, em vez da pasta de spam, pode ser um desafio significativo.

Geralmente, devido à configuração padrão do seu serviço de email ou uma preferência pessoal, as imagens são automaticamente bloqueadas para muitos assinantes, levando a campanhas sem resultados.

E o erro mais comum no envio de email-marketing é… Enviar um email só com imagens ou pior, uma imagem única.

Geralmente, devido à configuração padrão do seu serviço de email ou uma preferência pessoal, as imagens são automaticamente bloqueadas, levando a campanhas sem resultados.

Uma campanha de email marketing não é duplicar um folheto impresso ou página web.

Veja este mau exemplo da Halcon Viagens:


newsletter terrivel da halcon

Enviar uma única imagem por email, com um único link que leva à página inicial do site do remetente é um erro muito comum, que surge quer em grandes, médias e pequenas empresas.
Não faça isto!

 

Veja outro exemplo do Benfica:

Recebi um email do remetente, SL Benfica – Marketing na plataforma Thunderbird em MAC, onde consulto os meus emails,
Como o conteúdo da mensagem era 100% imagem, numa primeira fase não fazia ideia qual o conteúdo da mensagem.

A maioria dos utilizadores apaga o email, numa fracção de segundos quando não percebe qual o conteúdo.
Este email, não tem legenda nas imagens (alt-tag).

exemplo newsletter benfica - fredericocarvalho

Só quando autorizo, a abertura das imagens, percebo o conteúdo da mensagem.

exemplo newsletter benfica2 - fredericocarvalho

A forma como esta newsletter foi montada, não está correcta.
As imagens precisavam de ser redesenhadas para contemplar, texto em HTML e não texto embutido dentro da imagem, para que a maioria da informação tivesse legibilidade.

 

E este exemplo do Continente:

Recebi um email do remetente, Continente na plataforma Thunderbird em MAC, onde consulto os meus emails.
Tal como o exemplo acima, esta newsletter tem 100% imagem e 0 texto.
Como não colocaram legenda nas imagens (alt-tag) desconheço a mensagem

exemplo continente - fredericocarvalho

 

O que o continente queria comunicar era isto:

exemplo newsletter continente - fredericocarvalho

 

Tenho muitos exemplos no meu email de reputadas empresas que fazem este erro de colocar emails carregados de imagem.

Para que fique claro: As mensagens que contêm apenas imagem, sem nenhum conteúdo de texto em HTML, recebem alta pontuação de spam. Logo, se a sua empresa também faz esta asneira, é provável que a sua mensagem chegue direitinha ao spam ou Lixo Electrónico.

Praticamente todos os serviços de email possuem um bloqueio padrão de segurança para exibição de qualquer formato de imagem que esteja em um email. Criar uma imagem, inserindo texto dentro da imagem não é boa ideia. O servidor de email, não contabiliza o texto embutido, e classifica-o como imagem.

Quando insere uma ou mais imagens, deve legendar ou inserir o atributo ALT-text. Na prática é um texto alternativo quando alguma imagem não carrega. Este atributo é muito utilizado para melhorar a acessibilidade de uma página na web e principalmente de imagens em emails, já que muitos clientes de email bloqueiam as imagens enviadas por remetentes desconhecidos do destinatário.

O CTR (Click-through rate) é maior quando o destinatário, usa o primeiro e último nome, seguido do nome da empresa. (fonte: HubSpot )

Nesta situação, a função do atributo é facilitar a “pré-leitura” para o utilizador.
Adicionalmente, o atributo ALT pode ser formatado, estilizado, para a leitura ficar mais organizada.

Reforçando a mensagem anterior, os Fornecedor de acesso à Internet (ISP) associam imagens grandes, a spam.
Quando os sistemas de correio como o Outlook ou Gmail, não conseguem identificar texto no seu email, será considerado spam.

De acordo com relatório Benchmark da MarketingSherpa, apenas 33% dos utilizadores dizem que têm as imagens, ativadas por padrão, nos seus sistemas de email (outlook, thunderbird), sendo que a grande maioria nunca ouviu falar, nem sabe como se ativa.

Confira as configuração gerais das principais plataformas:

cliente de email Imagens bloqueadas por padrão Processa Alt-Text (texto alternativo) Processa Alt-text estilizado
apple mail check-X
check-verde
*
check-verde
*
Lotus Notes 8.5 check-verde check-verde check-X
Outlook 2000-2003 check-verde check-verde check-X
Outlook 2007/2010/2013/2016 check-verde check-verde check-X
Outlook 2011 (Outlook para Mac) check-verde check-verde check-verde
Thunderbird check-X
check-verde
check-verde

(fonte litmus.com)

Em alguns casos, em relação ao Alt-Text, aos clientes de Outlook 2000, 2003, 2007, 2010 e 2013  têm uma imagem de segurança (conforme imagem em baixo). Nesse caso, a legenda da fotografia é quase inútil tendo em consideração o aviso de segurança do Outlook.

outlook imagem - fredericocarvalho

O Outlook.com tem algumas particularidades em relação ao bloqueio das imagens. Ao invés de bloquear todas as imagens, por padrão, o Outlook.com bloqueia conteúdo de remetentes de aparência suspeita.

Não está claro como determinam, o que é “suspeito” versus o que é “confiável”. Os utilizadores também têm a capacidade de bloquear imagens de remetentes, que não estão na sua lista segura das configurações do Outlook.com.

Ao criar uma campanha de email-marketing, cuidado com o tamanho das imagens: se forem muito pesadas, podem ser interpretadas como spam, porque demoram a carregar e deixam o destinatário à espera.

 

Sugestão #1: Antes de enviar a sua próxima campanha HTML, considere um email de texto.
A maioria das empresas preferem email HTML, porque têm de dar mais flexibilidade de design (layout, cores, imagens, botões, etc.) e, potencialmente, mais impacto do que apenas texto. Mas esses elementos não são sempre necessários. Antes de criar um email para uma campanha específica, avalie se a mensagem realmente precisa de imagens e cores, ou será que um texto simples personalizado, pode alcançar o seu objetivo com a mesma eficácia.

 

Sugestão #2: Se é realmente importante ter imagens e cores, utilize código HTML, onde 20% é imagem (só as necessárias) sempre com a legenda ou atributo alt, que funciona como descrição se a imagem não for exibida, e e 80% texto.

 

Muitas imagens, conduzem o email diretamente ao spam

Os emails com muita imagem tem uma grande possibilidade de serem marcados como spam, caso não tenha uma boa reputação do remetente. A solução é reduzir o número de imagens, no seu modelo criativo. Use imagens com tamanhos adequados, e coloque sempre texto no corpo do email.

Exigir que o utilizador, clique duas vezes para autorizar a visualização da mensagem, para perceber qual o conteúdo do email, é caminho andando para a sua campanha não gerar resultados, porque o mais provável é apagar ou seguir para o próximo email.

Se a mensagem traz uma promoção ou notícia, é importante que haja um “ver mais” com um link a apontar para um local onde o utilizador possa receber mais informações.

Há no entanto excepções (raras) no mercado. Algumas marcas por receio de acções de pirataria e por segurança, aboliram os links das suas newsletters.

Veja o caso da recente Newsletter do ActivoBank, que devido à sua política interna, não coloca links nas mensagens que envia.
(coloquei o zoom no mínimo a -25% para ser prático fazer scroll-down)

email - activobank

 

 

Confira o comportamento dos WebMails, em relação aos bloqueios de imagem

cliente de email Imagens bloqueadas por padrão Processa Texto alternativo Processa ALT Text Estilizado
AOL Mail (Chrome) check-verde check-verde check-verde
AOL Mail (Firefox) check-verde check-verde check-verde
AOL Mail (IE) check-verde check-verde check-X
Gmail (Chrome) check-X
check-verde
check-verde
Gmail (Firefox) check-X
check-verde
check-verde
Gmail (IE) check-X
check-verde
check-X
GMX (Chrome) check-X
check-X
check-X
Outlook.com (Chrome) check-verde check-verde
Outlook.com (Firefox) check-verde check-verde
Outlook.com
(IE)
check-verde check-X
Web.de (Chrome) check-X
check-X
check-X
Yahoo! Mail (Chrome) check-verde check-verde check-verde
Yahoo! Mail (Firefox) check-verde check-verde check-verde
Yahoo! Mail (IE) check-verde check-verde check-X

(fonte litmus.com)

Praticamente todos os Webmails processam a legenda da imagem (texto alternativo) mas no Alt-Text Estilizado apenas o Internet Explorar vai render a cor do texto aplicada, fonte, tamanho, estilo e atributos na legendagem da imagem.
Significa que a legenda da imagem pode ser personalizada, mas não recomendo. Mais vale manter simples e claro.

Criar uma mensagem HTML não é o mesmo que criar uma página HTML, pois muitas tags são removidas pelos leitores de email como webmails e Outlook.

Alguns recursos utilizados no desenvolvimento de páginas web não devem ser aplicados na criação de um template de email marketing, como o uso de tableless, CSS e formulários.

A grande maioria dos webmails e clientes de email têm dificuldade em interpretar elementos com posicionamento em CSS, folhas de estilos externas, animações em flash e outros.

Algumas notas na área da programação:

<meta> – Não serve para emails em HTML;
<title> – É utilizado somente para páginas HTML, evite usar em emails;
<link> – Evite usar para referenciar arquivos de css, o certo é usar css inline ou colocar as classes de css dentro do
<style> – Alguns webmails como o Gmail por exemplo, removem esta tag;

 

Confira o comportamento do Alt-Text em mobile:

cliente de email Imagens bloqueadas por padrão Processa Alt-Text (texto alternativo) Processa Alt-Text estilizado
Android 4.x (email nativo) check-verde check-verde check-verde
app AOL Alto correio check-verde check-verde check-verde
AOL Mail (navegador Android) check-verde check-verde check-verde
AOL Mail (navegador iPhone) check-verde check-verde check-verde
BlackBerry OS7 check-verde check-verde check-verde
BlackBerry Z10 check-verde check-verde check-verde
Gmail (browser Android) check-X
check-verde
check-verde
Gmail (browser iPhone) check-X
check-verde
check-verde
app Gmail (Android) check-X
check-verde
check-verde
app Gmail (iOS) check-X
check-verde
check-verde
iOS 6.x (cliente de email nativo) check-X
check-verde
check-verde
Mailbox (iOS) check-X
check-X
**
check-X
**
Outlook.com (browser Android) check-verde check-verde
Outlook.com (browser iPhone) check-verde check-verde
Windows Mobile 7.5 check-verde check-X check-X
Windows Phone 8 check-verde check-X check-X
Yahoo! app (Android) check-verde check-X check-X
Yahoo! app (iOS) check-verde check-verde check-verde
Yahoo! Mail (navegador Android) check-verde
Yahoo! Mail (navegador iPhone) check-X
check-X
**
check-X
**

(fonte litmus.com)
** As imagens são ativadas por padrão e não pode ser desativadas.

No entanto, há definitivamente algumas particularidades como por exemplo, o Windows Phone não processa ALT text, e em alternativa aparece uma mensagem a solicitar o download das fotografias.

 

Algumas Recomendações adicionais para o envio de email-marketing:
. O layout não deve ultrapassar os 600px de largura;
. Coloque imagens em blocos horizontais, Use a ferramenta slice do Photoshop;
. Para otimizar a entrega das mensagens, desenvolva o código HTML para que tenha até 30 kb. (evita pontuar no ranking de spam);
. Se usar imagens de fundo para o corpo da mensagem, através de css inline background-image, saiba que elas não serão visualizadas por destinatários que utilizam Outlook e Hotmail, a solução é usar também background-color:#corSolida (cor próxima da imagem) para não fugir muito do layout;
. Teste o seu template em diversos clientes de email. Ao criar um site, qualquer programador deve testá-lo em vários browsers. Para email marketing isso não é diferente, os destinatários usam uma ampla variedade de clientes de email e, deve desenvolver um template que seja correto na maioria deles. A litmus é das melhores plataformas para esse efeito.
. Coloque sempre o atributo border=”0″ nas tags de imagem <img>, pois tal como os browsers, os programas de email colocam uma borda azul em redor de imagens que tenham link.
. Não use imagens com extensão PNG com áreas transparentes, pois não são aceites em versões do outlook anteriores a 2007. As áreas que deveriam ser transparentes são exibidas em cinza.
. Envie mensagens personalizadas

Veja esta e outras dicas, num outro artigo que escrevi: “5 formas para personalizar e impulsionar o seu email-marketing”

 

As empresas mais criativas e inovadoras com email marketing, fazem emails com comunicação personalizada, ofertas à medida, personalização do produto, e relações mais fortes.

Este canal é um criador de oportunidades para construir relações mais fortes e profícuas.

 

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[NOVA] Pós Graduação em Gestão de Negócios Online

Muitas empresas e Executivos têm ainda uma ideia vaga de como será o futuro dos negócios digitais. Muitos não avaliam o grau de transformação que será necessário. Têm dúvidas sobre a sua capacidade em alinhar o seu negócio no ambiente digital, devido às grandes mudanças necessárias, aos orçamentos limitados e às condições económicas desafiadoras.

Foi a pensar nos profissionais que querem desenvolver a visão de negócios digitais das suas empresas, assumindo um papel de liderança na nova economia digital, que surgiu a importante Pós-Graduação em Gestão de Negócios Digitais.

A formação tem uma forte componente prática e vai decorrer na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Leiria (IPLEIRIA). A orientação dos projetos será feita no ecossistema empresarial de start ups e spin offs da Incubadora Dom Dinis.

O objetivo desta Pós-Graduação é garantir a aplicação dos melhores conceitos de vendas online, fomentando o learning by doing, para um domínio completo das melhores práticas e ferramentas usadas na gestão de negócios digitais.

Com 16 docentes convidados, todos eles profissionais com experiência relevante no mercado, a Pós-Graduação em Gestão de Negócios Digitais trará uma visão abrangente com o seguinte programa.

banner-pos-graduacao-negocios-digitais

  • Modúlo 1: Modelos de Negócio Online e o novo Consumidor Digital;

Este módulo tem por objetivo dar a conhecer os conceitos e reflexões estratégicos que devem orientar a dinamização de negócios on line. Desta forma, pretende-se uniformizar os conhecimentos da turma nestes âmbitos para facilitar a compreensão dos restantes módulos.
1. O Novo Empresário e o Paradigma do Marketing no Ciclo de Vendas Online (7h) – aula aberta
2. O Nicho de Mercado e Marketing Research Alternativo (7h)
3. Estratégia de Tráfego e Conversão nas Vendas Online (7h)

 

  • Modúlo 2: Ignição de Negócios;

Este módulo irá descrever os comportamentos do consumidor na internet, assim como restrições legais que condicionem o sucesso dos negócios on line e transmitir estratégias e ferramentas que otimizem esse conhecimento na fase de arranque do negócio.

1. Gestão de Projeto e Recursos Humanos (7h)
2. Fundamentos Comerciais (7h)
3. CopyWriting e Psicologia da Persuasão Online (7h)
4. Estratégia para criação de um Site (7h)
5. Técnicas para Geração de Leads e o Papel das Landing Pages (7h)
6. Finanças (7h)
7. Direito Digital (7h)

  • Modúlo 3: Tráfego, Engagement e Conversão;

Este módulo irá abordar as diversas formas de relacionamento com o cliente, explicitando metodologias e ferramentas para atrair o consumidor, estabelecer uma relação de proximidade e conseguir a conversão em vendas.

1. Casos de Estudo de Gestão de Negócios Online (7h)
2. Fontes de Tráfego (28h)
2.1 Compra de Tráfego (3,5h)
2.2 Facebook Ads (10,5h)
2.3 Google Adwords Training (7h)
2.4 SEO e Marketing de conteúdo (7h)
3. Engagement (28h)
3.1 Suporte ao Cliente e Fundamentos de Redes Sociais (7h)
3.2 Facebook para Negócios (7h)
3.3 Linkedin para Negócios (7h)
3.4 Vídeo Marketing (7h)
4. Conversão (28h)
4.1 Marketing de Afiliados (3,5h)
4.2 E-mail Marketing (10,5h)
4.3 Funis de conversão (7h)
4.4 Analytics e Avaliação de Desempenho (7h)

  • Modúlo 4: E-Commerce: Da estratégia à implementação;

Este módulo irá focar o desenvolvimento e a dinamização de lojas on line.

1. Fundamentos de E-commerce (7h)
2. E-Commerce: da estratégia à implementação (7h)

  • Modúlo 5: Fórmula de Lançamento de um Produto ou Serviço;

Este módulo irá focar as etapas para o lançamento de produtos ou serviços online, a partir de um caso prático.

1. Aula Prática: Lançamento de um Produto ou Serviço


COORDENADORES E DOCENTES:
Cristina Barros: Professora adjunta do IPLeiria, presidente da Incubadora de Empresas D. Dinis em Leiria e sócia fundadora de três empresas PMEs: AFERYMED, Sinmetro e GUGGA. [ver Linkedin]
Frederico Carvalho: Consultor de Vendas Online, Managing Director da SMSonline.pt e Fundador e Organizador do CLICKSUMMIT – conferência de marketing e vendas online; [ver Linkedin]

DOCENTES:
Ana Mendes: Especialista na utilização das Redes Sociais em contexto Empresarial. Docente da cadeira de Social Media na Porto Business School. É oradora frequente em Congressos e Seminários da Especialidade.  [ver Linkedin]
André Novais de Paula: Co-Fundador da Kooby.pt, Responsável de Estratégia Criativa na Directimedia, Docente no IPAM. É orador habitual em Conferências nacionais e formações sobre a temática de Marketing Relacional e Digital. [ver Linkedin]
Bruno Amaral: Fundador e director geral da Diamond by BOLD. Digital Marketing Director da BOLD International. Engenheiro certificado Zend, Formador certificado pelo IEFP, e professor regente de Web Analytics na NOVA IMS, leciona Analytics e Reports desde 2011 na EDIT e, desde 2013, na Flag. [ver Linkedin]
Bruno Ribeiro: É actualmente o Coordenador de Marketing e Comunicação da DouroAzul, tendo exercido previamente a função de Social Media & Internet Sales Manager da mesma empresa. É autor do blog Dissonância Cognitiva, que aborda precisamente a ligação entre a psicologia e o marketing.[ver Linkedin]
João Ferreira Pinto: Advogado. Direito Digital, Dados Pessoais, Propriedade Intelectual online, Cibersegurança e Ciberdefesa.  Senior Partner da “João Ferreira Pinto & Associados, Soc. Advogados”. Docente Universitário [ver Linkedin]
Inês Silva: É Lead Designer na Mediaweb. Integra o projeto SPEAK (www.speak.social), onde atualmente contribui para o crescimento do produto online. Voluntária na organização do TEDxYouth@Leiria.  [ver Linkedin]
Mário Alcantara: Trabalha em marketing digital há mais de 18 anos. Formador em várias temáticas de Marketing Digital. É atualmente CEO da uma consultora, a Buzzbeat, especializada em modelação de negócios e estratégia digital. [ver Linkedin]
Marco Gouveia: Formador e Consultor de Marketing Digital em Search Engine Marketing, nas vertentes de SEO e SEA, especialmente Google AdWords. Responsável pelo departamento de Online Efficiency & Reputation no Grupo Pestana e Google Regional Trainer. [ver Linkedin]
Paulo Faustino: CEO da Agência GetDigital, Fundador da Escola Dinheiro e da rede educacional de blogs Escolas+. Empreendedor, investidor, Co-fundador do evento Afiliados Brasil e Organizador da conferência ThinkConference [ver Linkedin]
Paulo de Vilhena: É President da Oakmark, MBA pela Universidade Católica Portuguesa, Practioner em PNL e Coach de Negócios e Executivos. Empresário com interesses em vários sectores de actividade. Autor de 6 livros sobre vendas”. [ver Linkedin]
Pedro Caramez: Presentemente um dos poucos profissionais e consultores dedicado quase em exclusivo à rede Linkedin com clientes em Portugal e Brasil. Escreveu o livro: “Como Ter Sucesso no Linkedin” em 2013. Atualmente, mantém ainda atividade como professor universitário em várias universidades portuguesas e apoia várias startups. [ver Linkedin]
Raquel Gonçalves: Diretora de Planeamento Estratégico da Wunderman Portugal. É Professora convidada no Executive Master da Universidade Europeia e formadora da Academia APAN [ver Linkedin]
Vasco Marques: É Microsoft Certified Trainer (MCT) e Google Certified Professional. Docente e formador em entidades prestigiadas: IPAM, Universidade do Minho, ISVouga, IESF, TecMinho, ANJE e APQ. CEO & Founder da empresa W2B www.Web2business.pt [ver Linkedin]
Vera Maia: Consultora no desenvolvimento de E-Commerce e estratégias de venda online. Formadora em várias temáticas do Marketing Digital, incluindo Search Engine Optimization, Search Engine Marketing, Google Adwords e Analytics e E-Commerce.[ver Linkedin]

 

Com início a 15 de Outubro, a formação decorre sempre aos Sábados, e tem a duração de 18 meses.
As sessões presenciais decorrem de outubro de 2016 a outubro de 2017, seguindo-se o acompanhamento e apresentação dos projetos. Serão lecionadas 28 sessões presenciais de 7 horas cada, quinzenalmente aos sábados (das 9h30 às 17h30).

O investimento é de 3400,00€. Se pagar a pronto, tem 10% desconto. As candidaturas abertas até 1 de Outubro de 2016.

Esta Pós-Graduação será um importante complemento para Executivos com perfil ambicioso e experiência profissional em diversas áreas, que pretendam obter formação avançada na gestão de negócios online.

Faça a sua reserva ou peça mais informações em www.gestaodenegociosonline.pt

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MASTERCLASS CLICKSUMIMT com Conrado Adolpho

Depois do sucesso da sua 1ª edição presencial, o CLICKSUMMIT traz a Lisboa Conrado Adolpho, autor brasileiro, para 2 dias de Masterclass sobre Marketing Digital, a 9 e 10 de Setembro 2016.

Mais informações e inscrições na 1ª “Masterclass CLICKSUMMIT” aqui.

Depois da sua 1ª edição presencial, que teve lugar no início de abril, o CLICKSUMMIT – Conferência de Marketing e Vendas Online, inaugura o conceito “Masterclass CLICKSUMMIT”, com uma formação intensiva de 2 dias com Conrado Adolpho, nos próximos dias 8 e 9 de Setembro, sexta e sábado, em Lisboa.

Pela primeira vez, o conhecido autor e empresário brasileiro virá a Lisboa para uma formação onde pretende ensinar os profissionais e empresas portuguesas a vender mais sem aumentar custos. Durante 2 dias e mais de 14 horas de formação, Conrado Adolpho irá lecionar o seu Curso Oficial do “Método 8Ps do Marketing Digital”, abordando as estratégias de organização e otimização que uma empresa poderá utilizar através do digital.

conrado adolpho - clicksummit


Nos dias 9 e 10 de Setembro, entre as 09h e as 18h, os participantes da primeira “Masterclass CLICKSUMMIT” poderão aprender a criar ou melhorar um negócio digital, tornando-o lucrativo, abordando temas como “funil perpétuo de vendas”, definição do “cliente ideal”, “grau de atividade do consumidor”, produção de conteúdos, utilização de ferramentas como Facebook, Google, Youtube ou WhatsApp e medição de resultados.

Fundador do “Método 8Ps do Marketing Digital”, que já certificou mais de 5.000 empreendedores e empresas, Conrado Adolpho é uma referência na área do marketing digital no Brasil e, também, em Portugal, autor do livro de marketing mais vendido no Brasil e uma referência constante nos Tops portugueses – “Os 8Ps do Marketing Digital”.

A “Masterclass CLICKSUMMIT com Conrado Adolpho” tem um número de vagas limitado a 50 pessoas e apresenta 2 tipos de bilhetes: Normal (450€ + IVA) e VIP (900€ + IVA). A versão VIP, limitada a 10 pessoas, permite ter acesso a 2 jantares exclusivos com Conrado Adolpho, para além da participação na formação. Todos os participantes receberão um certificado de participação no Curso Oficial do “Método 8Ps do Marketing Digital”, de Conrado Adolpho.

Uma referência para empresas e profissionais que pretendam iniciar ou melhorar a sua estratégia digital, Conrado Adolpho já ensinou o seu Método 8Ps a mais de 100.000 pessoas, quer através dos cursos presenciais e online, quer através do seu livro.

Mais informações e inscrições na “Masterclass CLICKSUMMIT com Conrado Adolpho” em www.clicksummit.org/conrado-adolpho-portugal

 

Sobre o CLICKSUMMIT:

O CLICKSUMMIT é uma conferência de marketing e vendas online, organizado de forma independente, que contou já com duas edições online, em 2014 e 2015, e uma edição presencial, em abril de 2016.

O objetivo do CLICKSUMMIT é reunir os melhores profissionais na área do Marketing e Vendas para promover a aprendizagem, inspiração e estimular conversas que ajudem as pessoas e empresas a aumentar a sua rentabilidade através dos Canais Digitais.

As edições online do CLICKSUMMIT reuniram mais de 5.000 pessoas de Portugal e outros países, que quiseram assistir gratuitamente a palestras sobre os mais variados temas associados ao marketing e vendas online. A edição presencial que se seguiu, juntou cerca de 500 pessoas em Lisboa, num evento esgotado onde vários profissionais debateram tendências e temas do setor.

Site: www.clicksummit.org
Facebook: www.facebook.com/clicksummit  

 

Sobre Conrado Adolpho:

Conrado Adolpho é atualmente um dos mais respeitados profissionais de marketing do Brasil, sendo referência para dezenas de milhares de empreendedores que contactam com o seu conteúdo todos os dias.

Estudou no ITA e na Unicamp. Formado em marketing, já foi professor da ESPM, colunista do site da Exame Brasil e tem dado palestras e entrevistas um pouco por todo o país e até no estrangeiro, sempre focando o marketing digital para pequenas empresas e a alavancagem de negócios.

Começou o seu negócio atual com um investimento inicial de praticamente zero e construiu em 3 anos um negócio de mais de 10 milhões de reais de receita.

A sua maior especialidade é conseguir alavancar e aumentar negócios rapidamente através das suas técnicas.

Em 2006 escreveu o livro “Google Marketing”, que depois acabou por se chamar “Os 8Ps do Marketing Digital”, onde explica detalhadamente a sua metodologia de trabalho . O “8Ps do Marketing Digital” é atualmente o livro de marketing mais vendido no Brasil e em Portugal.

Em 2011, o Método 8Ps transformou-se num curso presencial que já teve mais de 30 turmas por todo o Brasil e Portugal, com mais de 5.000 alunos.

Atualmente, Conrado Adolpho é palestrante, mentor e idealizador da Escola de Negócios 8Ps, com a qual pretende mudar a história do empreendedorismo no Brasil. Pela segunda vez em Portugal (primeira em Lisboa), Conrado Adolpho vai ensinar a empreendedores e empresas portuguesas o seu “Método 8Ps do Marketing Digital”.

Mais informações em www.conrado.com.br

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Dicas para tirar maior partido do Web Summit

Gravei um vídeo informal a pensar nos novos participantes do WebSummit 2015, com especial foco para as empresas que investiram num expositor.

WebSummit é uma das maiores conferências do mundo sobre tecnologia da internet e os participantes vão desde empresas da Fortune 500 para as empresas de tecnologia mais empolgantes do mundo. A agência Bloomberg chama ao evento “Davos para Geeks”, numa alusão ao Fórum Económico Mundial.

“Dicas para tirar maior partido do Web Summit”

É um pequeno contributo com algumas sugestões estratégicas para maximizarem os vossos resultados neste evento.

Web Summit realiza-se desde 2010 na capital irlandesa e tornou-se um evento de grande dimensão no circuito mundial de conferências de tecnologia. Na edição deste ano, que decorre de 3 a 5 de Novembro, são esperadas 4500 startups, 12 das quais portuguesas, 30 mil participantes e 250 portugueses.

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A eficiência das novas tecnologias não dispensa uma nova ideia.

Parafraseando o célebre escritor Pablo Neruda:

“Escrever é fácil. Começa com uma letra maiúscula, termina com um ponto final …e no meio escreve as ideias”

Encontrar ideias com densidade que sejam dignas de um parágrafo, representam também nos negócios o lado mais complexo, num cenário de recursos e ofertas limitadas em terreno competitivo e de inovação.

Apresentar ideias inovadoras, conjugar processos e implementar são pontos chave que hoje estão no fio da partilha de experiências no evento digital da Google for Work, designado Atmosphere, onde prestigiados profissionais de empresas como a Nest, SalesForce, Forrester, WeWork, entre outros,  mostram o seu conhecimento sobre tendências económicas, cultura empresarial e metodologias provadas que rentabilizaram os seus negócios.

 

Cada negócio tem a sua especificidade. Profissionais que se concentram em novos processos e inovação, procuram critérios comuns para classificar e selecionar ideias que podem optimizar atividades técnicas como a produção, distribuição ou gestão, de forma a rentabilizar o negócio.

Se ter ideias pode parecer ser a parte mais fácil do processo, particularmente quando a tecnologia que envolve plataformas e ferramentas torna mais fácil o contributo das pessoas, filtrar e selecionar certas ideias, priorizar e limitar os recursos é mais complexo.

Como refere o autor W.Edwards Seming:

 “se não consegue descrever o que está a fazer como um processo, não sabe o que está fazer”

Primeiro orquestra o processo, e só depois começa a trabalhar as ideias, tal como a metáfora de Pablo Neruda: primeiro inicia o parágrafo e depois termina com o ponto final. No meio trabalha as ideias.

 

Processos são atividades repetitivas que, uma vez implementadas, trazem um ótimo resultado na eficiência e na eficácia no desenvolvimento de um produto ou na prestação dos serviços a que se propõem.

Exemplo: Implementar um CRM de Vendas para ter uma visão clara sobre o seu Fluxo de vendas.

O CRM ou (Customer Relationship Management) é um exemplo de inovação, como um sistema integrado de gestão com foco no cliente, que reúne vários processos/tarefas de uma forma organizada e integrada.

 

A estratégia de inovação, através da agregação de novos processos e padrões tecnológicos com o intuito de adquirir mais flexibilidade está intimamente ligada ao desejo de algo novo, que satisfaça uma necessidade pessoal ou empresarial.

Se a grande novidade é a tecnologia, as ideias das pessoas, sempre constituíram o cerne das empresas que devem aprimorar os seus procedimentos, rentabilizando o que as novas tecnologias lhes proporcionam, agora a nível global.

Vivemos a era digital, das ferramentas modernas, geralmente em plataforma web, que facilitam a comunicação entre as pessoas em tempo real e, portanto, a colaboração no trabalho.

 

Exemplo: A optimização de conversão
Não vai aumentar a quantidade de testes a partir de uma lista de táticas e testá-las no seu site, se não fez ainda uma avaliação dos seus potenciais problemas. É preciso descobrir quais são os problemas com o site e depois pode pensar nas táticas.

Neste exemplo Sean McCormick, Senior Consultant, Forrester Research, e Co-Autor do estudo The Total Economic Impact of Google Apps for Work, partilha as vantagens económicas da inovação, refletidas em duas grandes tendências:

google works atmosphere

  1. Mobilidade: maior autonomia e integração social. Acontecimentos que tornam imateriais muitos dos nossos problemas físicos. Possibilidade de tornar atividades próximas e convenientes. Permitir a troca de mensagens e documentos à distância.
  2. Colaboração é Negócio: possibilidade de partilhar conhecimento com equipas na cloud, através de vídeo, áudio e texto. A novidade é a tecnologia simples, prática e cada vez mais acessível que possibilita processos de negócios, mais eficientes, e o envolvimento fácil das pessoas.

 

Quantos de nós já sentimos, em algum momento, a necessidade de implementar novos processos e defrontámo-nos com muitas dificuldades porque as equipas têm métodos próprios.

No livro Cultural psychology: A perspective on psychological functioning and social reform, o autor, Carl Ratner, faz-nos refletir sobre o facto das pessoas terem valores que consolidam durante as fases da sua vida e que representam a absorção do meio em que vivem.

 

Estes valores, também denominados por modelos mentais, afetam a compreensão do indivíduo sobre as coisas que o cercam, fazendo com que as pessoas transformem os mesmos dados em diferentes informações.

A proteção destes modelos mentais geram um pré-conceito e impedem que essas pessoas reavaliem o seu modo de pensar, revelando menor tolerância no processamento de novas ideias.

 

Os novos conhecimentos adquiridos pelas pessoas não chegam a ser colocados em prática porque entram em conflito com imagens internas enraizadas sobre o meio que as cercam, limitando formas bem conhecidas de pensar e agir.

gestao-de-tempo

A propósito lembro a primeira vez que implementaram a “Time Sheet” uma solução desenvolvida para permitir o registo e gestão de horas online, com a parametrização do valor/hora, indicadores de produtividade por colaborador ou por área.

A grande tendência para muitas empresas, era, então, comunicar a seu novo objectivo de ser mais “data-driven”. Mas a verdade é que possuir dados não lhe diz muito senão souber agir sobre essa informação. E isto tanto se aplica em gestão de processos internos como em dados de análise das suas ferramentas web.

Se remetermos idêntica lógica para a ferramenta site, o Google Analytics é pouco senão souber interpretar esses dados – poderá obter melhores resultados. (Recomendo o curso gratuito sobre os dados.)

Devido à complexidade dos ajustes tecnológicos e conflitos entre os envolvidos, há a necessidade de intensa participação e compromisso da direção da empresa, para garantir a comunicação entre todos.

 

É na fase de implementação que envolve o processo de adaptação dos processos de negócio ao sistema, formação dos utilizadores, eventuais configurações de software, que  implicam alteração nas tarefas e responsabilidades de indivíduos e departamentos.

Mas há também que cuidar dos chamados processos invisíveis como o design intuitivo. Para um utilizador que explora um site ou uma landing page, significa que ao visualizar, sabe exatamente o que fazer.

 

O design intuitivo é invisível. O design é intuitivo quando os utilizadores podem concentrar-se numa tarefa , direcionando a atenção das pessoas para aquelas que são importantes. No final, um design intuitivo centra-se na experiência.

Há seis anos, experienciei a gestão de marcas nas redes sociais. Era então uma novidade e o modelo de resposta para enquadrar a opinião das pessoas começava a ser pensada. Sempre que alguém criticava  um produto de uma determinada marca, publicava uma fotografia menos favorável , ou um  vídeo sobre algo menos positivo, estavam a ser testados os modelos de como agir! Para muitos, o senso comum era apagar as publicações, considerando que qualquer transtorno maior seria evitado.

 

Entretanto, começaram a aparecer casos de estudo e a surgir processos para responder à altura, com um plano de crise desenhado, abandonando a primeira iniciativa impulsiva de “apagar” os comentários, para procurar novas soluções.

Os processos permanecem os mesmos para todas as comunidades. Os melhores gestores da comunidade não são aqueles que tropeçam num conjunto de táticas bem-sucedidas e trabalham uma comunidade, mas os que dominam uma base de processos que podem ser aplicados a qualquer comunidade.

 

É provável que haja um componente cultural na percepção da inovação como uma barreira de difícil transposição pelas empresas, mas a realidade é que podem ser implementadas ideias de negócio voltadas ao entendimento e antecipação das necessidades potenciais de uma empresa.

Concentre a sua empresa num programa básico de acesso às novas tecnologias.

Procure as mais adequadas em publicações, revistas, jornais, congressos, workshops, entre outros. Avalie essas tecnologias como uma vantagem competitiva para aumentar os seus resultados de vendas ao lado das métricas de atividade, como número e valor dos negócios adicionados e número de atividades de vendas concluídas. E compare os resultados.

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O Potencial das ferramentas eleitorais na era digital

Os partido políticos em Portugal estão a preparar-se para a primeira batalha a 4 de Outubro, 2015, na eleição para a Assembleia da República, atualmente composta por 230 deputados, dos quais 4 representam os círculos eleitorais da Europa e de Fora da Europa. Apesar de se verificar que as máquinas de propaganda  estão já a trabalhar a “todo o vapor” –  soundbites estão ser trabalhados, cartazes revelados, estratégias e táticas planeadas e concebidas para atrair o eleitor ao voto – constata-se também que não estão ainda a ser utilizadas todas as potencialidades do digital.

Na sequência do artigo Estratégias eleitorais na era digital: profissionais fazem a diferença a segunda parte tem o foco em ferramentas e no alinhamento tático para aprimorar a comunicação de uma campanha eleitoral.

1. Evitar a dispersão de meios e esforços;
2. Pormenorizar as vantagens de cada plataforma e recursos disponíveis, estabelecidos pelos objetivos do público que se deseja atingir;
3. Evitar improvisações;
4. Definir metas e responsabilidades;
5. Facilitar o contributo de ideias e ações integradas através dos setores do partido (juventudes partidárias+trabalhadores partidários, entre outros) para reforçar a mensagem ao mesmo tempo e com coerência, nas diferentes plataformas de comunicação.
6. Estabelecer uma unidade de discurso nas mensagens.


A estratégias e ações de campanha eleitoral : coerência, continuidade e crescimento.

Um dos maiores ativos, pouco trabalhados e certamente menos falados, nas campanhas eleitorais são:

  • Captação de Base de Dados
  • Testes A/B

Sobre o primeiro, muitos livros e conferências sobre o tema de marketing político mostram a captação de contatos e a sua utilização para marketing direto (email-marketing, sms marketing e telemarketing) como uma fonte de trabalho regular com o eleitorado.

Este formato ajuda a divulgar as ideias de forma segmentada e economiza recursos que seriam gastos em anúncios nos meios tradicionais, uma estratégia amplamente difundida nas duas eleições de Obama (2008, 2012).

A mais famosa campanha eleitoral de Obama em 2008, juntou alguns dos maiores profissionais da área da comunicação e digital como Teddy Goff, Andrew Bleeker, Harper Reed. Na realidade muitas pessoas associam a campanha de 2008 de Obama às redes sociais mas o que poucos sabem é que o partido de Obama trabalhou durante cinco anos para obter um registo de pessoas favoráveis às suas ideias.

Em Março 2009, a convite da Cunha Vaz & Associados, David Plouffe, estratega e diretor da campanha eleitoral de Barack Obama, veio a Portugal. Tive o privilégio de assistir à sua conferência.

A campanha chegou a ser constituída por uma rede de 30 milhões de emails de apoiantes. A segmentação das bases permitiu que comunicados específicos fossem enviados por email e SMS, com o claro intuito de promover ações de ativação. Foram enviadas mais de 7 mil mensagens diferentes.

Cada voluntário de campanha dedicou em média 20 horas semanais à candidatura e era informado por email sobre o estado em que se encontrava a disputa eleitoral e qual o seu papel para contribuir para a vitória do candidato.

Entre as ações de campanha a cargo dos voluntários, estava o contato porta-a-porta e chamadas telefónicas. “Não teríamos vencido sem o apoio destas pessoas”, declarou Plouffe.

Na campanha eleitoral de José Sócrates em 2009, a Mobext, enviava milhares de SMS com frequência para militantes com instruções para a sua atuação. Recordo  que muitas metodologias advinham dos ensinamentos e workshops dos serviços da Blue State Digital, a empresa que desenvolveu vertente online e multimédia da campanha do atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Em 2014, quando da minha segunda ida a uma das maiores conferências do mundo WebSummit que juntou 20.000 pessoas, uma das palestras que mais apreciei foi a de Dan Siroker, Co-Founder & CEO da Optimizely.

Entusiasmado pela dinâmica da candidatura de Obama, Dan sai da Google para integrar a equipa da campanha eleitoral. Entre 2007 e 2008, participou na campanha do Obama como Director of Analytics onde liderou uma equipa de engenheiros de software e de analytics para maximizar os registos de email, registos de votos e doações.

Dan explicou, com detalhe o processo de trabalho e casos da análise A/B das peças de comunicação.

 

Permita-me apresentar-lhe casos reais muito recentes para compreender a diferença do que ainda não está a ser trabalho em Portugal.

Veja exemplo dos layouts dos sites presidenciais de Hillary Clinton, Ted Cruz e Jeff Bush, apenas para exemplificar uma técnica simples.

jeff bush

ted cruz

HILLARY-clinton

Como pode verificar há algo de comum entre os três sites.

Totalmente focados na captação do contactos de email e do código-postal. As prioridades são muito claras.
E no caso do site da https://www.hillaryclinton.com tem uma intensidade acrescida “Or just go ahead and donate!”

Sem grande esforço, veja os dois sites dos principais partidos na candidatura às legislativas:
Portugal à Frente (coligação PSD/CDS)
Costa2015 (Partido Socialista)

 

A importância do Funil de Conversão

O marketing político no ambiente digital, deve dar especial atenção a duas importantes plataformas:

  • Site
  • Blog

A lógica na criação destas plataformas, tem como base o funil de conversão, em três etapas:

  • Visitantes (todas as pessoas que acedem ao site);
  • Leads (visitantes registados na base de dados);
  • Clientes (no caso do marketing político, eleitores).

Cada etapa representa um estágio de relacionamento em que o eleitor se encontra. Na primeira parte do funil, o candidato trabalha para atrair visitantes para o site, através de produção de conteúdo, idealmente sobre assuntos que se relacionam com as causas defendidas pelo candidato.

No mundo offline, as estratégias de comunicação com comícios, espectáculos, ofertas de brindes, propaganda, comunicação impressa e digital procuram atrair e fomentar o interesse do voto.

José Sócrates, em 2009, reuniu-se com os autores de 20 blogues portugueses num evento a que se deu o nome de BlogConf. Jorge Seguro Sanches e Rui Grilo lançaram o desafio. Paulo Querido colaborou na preparação da conferência.
À época a força dos blogs era muito intensa representando uma fonte de opinião relevante.

Na segunda parte do funil, o foco é trazer o visitante para a base de dados do site. Isso pode ser feito no momento em que o utilizador chega ao site através de marketing por interrupção (outbound marketing) ou através da assinatura da newsletter do blog, por exemplo. Desta forma, pode criar uma relação com a lead captada, partilhando em primeira mão, quais as estratégias para alcançar o resultado proposto.

No mundo offline, o Partido Socialista fez uma angariação brutal de contactos nas eleições internas do partido. Com pequenos stands espalhados por vários pontos do país, para angariar leads o conceito de simpatizantes foi bem trabalhado, sendo que a três dias do fim das inscrições para as eleições primárias, tinham-se registado 75 mil pessoas com regras interessantes:
b) Não sejam já militantes do Partido Socialista;
c) Não sejam militantes de qualquer outro partido político;
d) Não tenham sido expulsos do Partido Socialista.
Este perfil de pessoas é ouro para qualquer partido que aplique esta metodologia.

Em 2012 o número de militantes era de 83.524.

 

Na terceira parte do funil, o candidato trabalha o relacionamento com o lead na sua “fidelização” ou angariação de fundos:

No ponto da fidelização, as Juventudes partidárias sempre foram um motor para qualquer partido. De acordo com o Jornal I, em 2014, mais de 108 mil jovens portugueses estão inscritos numa juventude partidária. 53 235 na JSD, 32 mil na JS a 18 mil na Juventude Popular e 5 mil com a Juventude Popular.
Com mais instrumentos de participação cívica, os jovens exprimem e lutam pelas suas opiniões não apenas em “Jotas”, mas nas redes sociais, nos blogues ou nas associações cívicas.

Com reforço à angariação de fundos e doações à candidatura,  a fidelização pode passar também pelo contributo de tempo dos utilizadores inscritos para colaborar em áreas chave de comunicação da campanha. Reforçando a comunicação com conteúdos informativos sobre a concretização de projetos, discursos e debates sobre um tema de interesse do eleitor, podem ser abordados nesta etapa.

Conteúdos criativos e interessantes

Dados, números, informações e tudo que possa aperfeiçoar a influência e a atenção do eleitor e na conversão de votos para os democratas é uma preocupação de Harper Lee, um reputado engenheiro norte-americano que trabalhou a candidatura de Obama e agora de Hillary Clinton.

As estratégias digitais e o investimento em novos processos, base de dados e análise de comportamentos, levaram as campanhas a aperfeiçoar a tecnologia e o conhecimento interno sobre marketing, publicidade, psicologia, neuro-estratégia, neuro-ciência, que ajude a conquistar novos eleitores.

“Conteúdo gerado pelo utilizador irá desempenhar um papel importante”, referiu em Fevereiro, 2015, o então candidato trabalhista no Reino Unido, David Prescott, diretor da agência de relações públicas Commucan.

Conquistar eleitores vai além de conquistar votos.

O objetivo é arregimentar um batalhão de evangelistas multiplicadores das mensagens e conceitos implantados pela campanha.

Em Setembro, 2014, António Costa, foi notícia pelo alegado “lapso” e “erro processual” no envio de SMS em dia de eleições, a cerca de 250 mil simpatizantes e militantes socialistas a influenciar o voto, quando disputava as eleições do partido com José Seguro.

A rede social (mybarackobama.com) foi criada para o então candidato Obama, onde os eleitores podiam criar blogs, enviar recomendações diretamente à campanha, reforçar na comunicação das doações, organizar eventos, entre outros.

“Em MyBarackObama.com, 2 milhões de perfis foram criados, 200.000 eventos offline foram planeados, cerca de 400.000 posts foram escritos e foram criados grupos de mais de 35.000 voluntários”

No Brasil em 2008, com Gilberto Kassab foi criada uma grande equipe e estrutura para trabalhar o marketing online à época, destacando a rede fechada para militantes.

 

Redes Sociais

No comentário político semanal de Marcelo Rebelo de Sousa afirma que a coligação está a usar melhor e mais depressa as redes sociais. ” viu-se que a colicação é mais forte nas redes sociais, está a utilizar melhor e mais depressa os erros do principal adversário”.

É claro que não adianta produzir conteúdo para uma única plataforma. A sua marca precisa de diversificação de ambiente, mas é preciso conhecer bem o seu público para adequar o conteúdo a cada uma das plataformas. Utilizar o Facebook, Twitter, Instagram, Pinterest, Tumblr e/ou Linkedin só funciona quando geridas de forma específica para o público. Se o seu público não utiliza o Twitter, não espere grande sucesso.

 

Sugestões:

Vídeo: Magisto e Animoto
Segundo o relatório “Visual Networking Index”, divulgado pela Cisco, o vídeo online será mais popular que Facebook ou Twitter em 2017, e hoje é uma realidade em franca expansão.
A candidatura costa2015, o YouTube remete está alicerçado nos conteúdos Partido “PStv”. No Facebook o número de vídeos presente é de e o 5 (cinco). No Partido Social Democrata existem plataformas que distinguem os partidos da coligação da candidatura, aproveitando no Facebook 33 (trinta e três) vídeos e 49 (quarenta e nove) no YouTube.

Redes Sociais:  Buffer App e Pocket:
No primeiro pode centralizar todas as suas publicações, definindo horários padrão para os posts e ver todas as estatísticas das publicações.
No segundo pode guardar  qualquer conteúdo na internet para ler depois. No caso de uma candidatura pode guardar notícias ou comentários de forma ultra rápida e avaliar o seu conteúdo para o marketing de conteúdo da campanha. 

Email-marketing: E-GoiMailChimp:
Diversas empresas oferecem o serviço de email marketing.

SMS-Marketing: Spotpublicitario.com – Software de envio de mensagens, anuncie promoções, novas coleções, descontos exclusivos, lembretes para reuniões ou datas comemorativas.

Landing pages: UnbounceWishpond ou até mesmo plugins naturais do WordPress.
As landing pages são páginas simples, sem menu ou links externos, destinadas à promoção de um produto ou serviço.

Analytics: Moz Analytics e Google Analytics
Ideal para saber como melhorar sua posição nas pesquisas, presença em redes sociais, fazer análise de links e acompanhar menções à sua marca.

Usabilidade: Crazzy EggClickTale
O primeiro mostra como se comportam exatamente os seus visitantes: Onde clicam ou até onde fazem o scroll.
No segundo pode gravar ações dos utilizadores.

Veja o próximo artigo, terça-feira.

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Estratégias eleitorais na era digital: profissionais fazem a diferença

Recentemente num debate televisivo na SIC Notícias sobre a polémica dos cartazes do PS (Partido Socialista), um reputado, Deputado da Assembleia da República em Portugal, disse que se tratava de um  fait divers sem nenhuma importância,  uma maneira de expressão que os mais finos chamam silly season.

“é uma história que não é história de coisa nenhuma” disse o político João Barroso Soares.

Foi ainda notícia, o resultado improcedente da acção judicial promovida pelo economista e político brasileiro Aécio Neves, contra os maiores sites de pesquisa da internet, e que pretendia neutralizar os detratores do candidato pelo PSDB na última corrida às presidenciais (2014) e ficou em 2º lugar, perdendo para a Dilma Rousseff. O objetivo da acção que veio a ser negada era que se  identificasse e neutralizasse os detratores na internet, restringindo as pesquisas e impedindo a ligação do seu nome a termos que conduzissem  os utilizadores a notícias desfavoráveis ao político, associando-o a “desvio” de recursos públicos no seu governo em Minas Gerais (Brasil). As notícias, alegou o  próprio foram espalhadas por uma “quadrilha virtual”, “abastecida com recursos públicos”com o intuito de denegrir adversários do governo.

Estes dois casos fizeram-me recordar   Paul F. Lazarsfeld, um estudioso da aplicação da psicologia para os problemas sociais e económicos, (An Episode in the History of Social Research: a Memoir), que em 1969 fez  uma alusão clássica ao uso do marketing na política com a ideia de promover ou “vender” um candidato a cargo político como se este fosse um sabonete, numa análise sociológica dos meios de comunicação e, especialmente, os seus efeitos sobre a formação da opinião pública.

Ora, tal como antes, a questão da eficiência e eficácia do marketing politico coloca-se na actualidade com a diversidade de novas plataformas digitais que exigem uma reflexão: o equacionar de temas fundamentais de uma campanha política digital que servem candidatos, profissionais de comunicação, produtores de eventos, profissionais de marketing e qualquer pessoa com interesse no processo de marketing político.

O que faz uma campanha digital ser eficiente e eficaz não é apenas um bom uso da tecnologia, mas o encontro dela com o comportamento, as particularidades e os interesses do público-alvo.

Não se pode pensar em campanha política na internet como simplesmente um espaço para divulgar as peças feitas para a campanha tradicional. Tudo deve ser adaptado e remodelado para esse novo ambiente da disputa eleitoral que é o mundo digital.

As ferramentas para criação de campanhas de marketing político digital estão à disposição de todos os participantes, do candidato mais simples ao mais sofisticado. O marketing político realça e destaca as qualidades dos candidatos para apresentar ao eleitorado atraindo os eleitores à sua causa e, dessa forma, aos votos direcionados.

 

O papel do consultor político e de uma equipa preparada

Uma das profissões mais valorizadas para o papel de mediador foi durante muitos anos, a de jornalista, profissão distinta e cada vez mais vocacionada para a investigação. Estabelecer uma ligação entre uma entidade (indivíduo ou instituição) e o público, conferia então uma rede de contactos privilegiada e conhecimento com acesso apenas a determinadas camadas populacionais.

A evolução dos tempos, com a multiplicidade de meios de comunicação ao serviço do cidadão, mostrou que a experiência de jornalista é importante, mas havia uma necessidade de complementar com outros conhecimentos, em especial o de consultoria de gestão e comunicação. Hoje, há no mercado profissionais de campanha especializados, experientes e tecnicamente preparados  sobre várias áreas.

O papel do consultor é de um profissional de comunicação que auxilia com ferramentas mentais e metodológicas para que, a nível nacional ou internacional se apresentem soluções e estratégias  aos problemas associados ao  enquadramento dos protagonistas políticos. Por isso o marketing especializado em comunicação pública, na vertente  política e eleitoral é fundamental. Estuda-se, definem-se os instrumentos de comunicação e adequa-se ao orçamento necessário para comunicar com determinado público.

Regra geral, a comunicação neste tipo de organizações políticas pauta-se pela discrição das suas técnicas e metologias, procurando destacar a confiança e a mensagem dos candidatos.

Como se faz é acessório e apenas o meio para chegar ao produto final, ao sucesso do que se pretende.
O papel do consultor político pode passar por  executar e ajudar à gestão de projectos coordenação em campanhas, mandatos e governos. Algumas das funções podem condizer com:

  • Análise política e perspectiva conjuntural socio-económica.
  • Avaliação do cenário sociopolítico local.
  • Formação em marketing político para a equipa do candidato ou partido.
  • Estudo de viabilidade eleitoral dos possíveis candidatos.
  • Elaboração e análise de pesquisas quantitativas e qualitativas.
  • Planeamento estratégico.
  • Planeamento da comunicação política de mandato.
  • Suporte no desenvolvimento e produção de materiais publicitários de campanha.
  • Consultoria na coordenação da campanha.
  • Coordenação dos programas de televisão e rádio.
  • Avaliação e monitorização  da gestão.
  • Cursos, palestras, seminários, ateliers de  treino  de comunicação e marketing político.
  • Gestão de crise e recuperação de imagem pública.
  • Relações públicas
  • Assessoria de imprensa

 

O jogo dos profissionais na teia dos interesses

 

É frequente candidatos ou organizações recorrerem a empresas especializadas em marketing político, que possuem ou montam equipes de apoio de acordo com os recursos financeiros à disposição do contratante.

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Em 1989 nomes de profissionais como Nizan Guanaes e Duda Mendonça (um dos responsáveis pela actualização da imagem pública de Lula da Silva em 2002) passaram a estabelecer os parâmetros (inclusive de remuneração) pelos quais os profissionais se guiavam.

 

 

 

No Brasil, a partir de 1991, os profissionais de marketing político passaram a contar com uma associação da classe, a ABCOP.
Em Portugal, Francisco Sá Carneiro advogado e político português, fundador e líder do Partido Popular Democrático / Partido Social Democrata, foi um dos primeiros políticos a recorrer a um profissional de comunicação e marketing político. Escolheu José Luís Sanchis para a campanha eleitoral de 1979. Assessorou também o PSD nas eleições legislativas de 1987 que deu a primeira maioria absoluta a Cavaco Silva.

O francês Jacques Segella, foi convidado em 1987 para trabalhar a campanha do Partido Socialista, em Portugal. Profissional prestigiado pela vitória da campanha de 1981 de François Mitterrand a presidente da República em França.

 

Mas há época, o PSD tinha a direcção a cargo de Jorge Alves da Silva e a direcção criativa estava entregue a Luís Silva Moreira, com a campanha “Portugal  Não Pode Parar” que deu a maioria absoluta a Aníbal Cavaco Silva.

 

 

 

 

 

Edson Athayde com o socialista Jorge Coelho, em 1996, pouco depois das legislativas que levariam António Guterres ao poder Fotografia © Arquivo DN

Em Portugal, um dos especialistas, em destaque, é  Edson Athayde, profissional que em conjunto com António José Seguro e Jorge Coelho, foi responsável pelo trabalho  de duas eleições legislativas, sendo a primeira em 1995 que levou António Guterres ao seu primeiro mandato como primeiro-ministro. Para muitos foi um momento de ruptura dentro de um PS até então agarrado a burocracias e hierarquias internas,  e que levou à transformação das campanhas centradas no partido às apostas focadas no líder.
Dirigiu também o marketing político da candidatura de Manuel Maria Carrilho que perdeu à época a candidatura à CM Lisboa e trabalhou com António Ferro Rodrigues.

 

Com Marcelo Rebelo de Sousa a opção foi para a agência em Portugal do francês Seguella, Euro RSCG.

Mais tarde, com Durão Barroso na liderança, o responsável pela campanha do PSD para as legislativas de 1999 foi Manuel Maltez, hoje Director Geral do grupo WPP em Portugal, à época director-geral da BBDO Portugal.

Outros profissionais como Hiran Pessoa de Mello (Brasil) trabalhou a campanha Ferreira do Amaral, Einhart Jácome Paz (brasileiro) fez a campanha vitoriosa de Santana Lopes para a Câmara de Lisboa no final de 2001 e, logo de seguida, liderou a campanha do PSD para as legislativas em 2002.
Rui Calafate chefiou a área de imprensa de Santana Lopes, na Câmara de Lisboa e depois no Governo.

A CV&A orgulha-se de ter ‘ganho’ duas das três eleições em que participou em Portugal, sempre em circunstâncias adversas, nomeadamente na ‘vitória’ que foi o segundo lugar de Carmona Rodrigues na eleição como independente para a Câmara Municipal de Lisboa.

João Tocha, fundador e ex-director-geral da Emirec, criador  da consultora F5C foi, desde meados da década de 90, coordenador de várias campanhas eleitorais e de diferentes forças políticas. Filipe Menezes em 2013;  António Costa nas autárquicas de 2009; Carlos César,em 2008; Fernando Gomes no Porto por duas vezes.

De acordo com um estudo publicado na revista Análise Social, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, em Outubro de 2008, o caminho seguido pelo ex-primeiro ministro Sócrates, sugere três conclusões: Herdou de Guterres a preocupação com a televisão, acentuou a personalização das campanhas eleitorais e criou um núcleo duro fora dos órgãos partidários onde pela primeira vez surge a figura do campaign manager, um consultor externo, à época Luís Paixão Martins, da LPM, com grande poder na definição da estratégia.

Em 2009, o Partido Socialista (PS) na liderança de José Sócrates contrata os serviços da Blue State Digital, a empresa que desenvolveu vertente online e multimédia da campanha do actual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.  Na altura o gabinete do primeiro-ministro, referiu que pretendia adoptar o conceito da campanha de proximidade com contactos através de emails, SMS, fóruns online e redes sociais como o Facebook, Hi5, Twitter ou Flickr.

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Luis Bernardo, consultor de comunicação que trabalhou a candidatura de Manuel Maria Carrilho à Camara Municipal de Lisboa, esteve ao serviço com lideranças de Guterres, assumindo a coordenação da estratégia de comunicação política com José Sócrates e António José Seguro. Mafalda Costa Pereira que também trabalhou com José Sócrates tinha a coordenação da equipa de comunicação.

André Gustavo Vieira da Silva, da Arcos Comunicação, fundada pelo pai, está a trabalhar nesta campanha eleitoral com o PSD e Pedro Passos Coelho, o seu primeiro cliente português. André Gustavo assessorou Passos na campanha de 2011.

Numa publicação no Facebook em 2015, o CEO da LIFT WORLD e Lift Consulting, Salvador da Cunha, é peremptório quanto à decisão de não prestar serviços na área da política.

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Salvador da Cunha, recorda um episódio em 2009, pouco tempo depois de ser eleita presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, em que fez saber que não iria trabalhar com qualquer agência de comunicação. Esta decisão representava um corte com a liderança de Luís Filipe Menezes que chegou a contar com a assessoria de António Cunha Vaz. Recorde-se que o então líder do PSD chegou a propor que a Cunha Vaz apoiasse, ao nível da comunicação, o grupo parlamentar, um plano que não chegou a concretizar-se.

Luís Paixão Martins escreveu no seu blogue e a propósito de Cunha Vaz, que se estava a assistir a uma “novela mexicana” e que os associados da APECOM (Associação Portuguesa das Empresas de Conselho em Comunicação e Relações Públicas) deveriam reflectir “se a coabitação com a protagonista da ‘novela mexicana’ não era prejudicial para as suas empresas”.

A presidente do PSD voltou a colocar na ordem do dia o alegado protagonismo das agências de comunicação no processo político e encontrou em Pacheco Pereira o porta-voz dessa posição. “É interessante ver a sanha com que Manuela Ferreira Leite é atacada pelos donos e empregados das agências de comunicação que pululam nos blogues, muitas vezes sem se identificarem como tal.

Para fechar este capítulo  recordo ainda o consultor de comunicação Fernando Moreira de Sá,  conhecido pela sua tese de mestrado “A Comunicação Política Digital nas Eleições Directas de 2010 no PSD pelo candidato Pedro Passos Coelho” e pela sua entrevista na visão  ao abordar  as potencias e possíveis  manipulações digitais.

 

 Apostas financeiras ou orçamentos possíveis

Em 2014 o Partido trabalhista no Brasil preparou núcleos de militância virtual com um investimento de 10 milhões de reais ( 5 milhões de euros) na campanha digital presidencial, quase dez vezes mais do que o PSDB gastou em 2010, citando Marcelo Vitorino da WebInsider.

De acordo com a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP), para ter uma referência de valores, nas candidaturas presenciais em 2011 Cavaco Silva declarou despesas de €1.791.576,90 e Manuel Alegre gastou €1.727.933,91.

Noutra escala, as presidenciais no Brasil custaram mil milhões de reais. Dilma investiu R$ 300 milhões o que representa 78 milhões de euros.

Por isso, na potencial candidatura de Rui Rio, às próximas presidenciais portuguesas, interroga-se sobre se terá capacidade para reunir a verba necessária para entrar na corrida à Presidência da República. Em entrevista à RTP Informação, refere:

“Uma campanha eleitoral, por mais barata que seja, custa muito dinheiro. Tem de se ter sedes nos distritos e nos concelhos, tem de se ter pessoas a trabalhar. Consigo eu angariar fundos para fazer uma campanha dessas? Ou quer-se um candidato que não pondera esses custos e que no fim fica a dever dinheiro a toda a gente?”, argumentou o antigo presidente da câmara do Porto.

As eleições legislativas de 2015 vão custar ao Estado 6,8 milhões de euros. É este o valor que a Assembleia da República terá para distribuir aos partidos políticos, de acordo com o Orçamento do Estado (OE) para 2015.

Em 2009 o Diário de Notícias referia que feitas as contas, cada partido em Portugal recebia, 3,15 euros por cada voto no escrutínio para a Assembleia da República. A multiplicar pelos quatro anos da legislatura, dado que a subvenção do Estado é atribuída anualmente,  no total terá contribuído com 12,60 euros para os cofres partidários.

Captar os melhores profissionais é a linha condutora de qualquer campanha.
Veja-se a estratégia de Hillary Clinton e a forma como está a ser pensada.

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A candidatura da Hillary Clinton está a recrutar muitos dos profissionais que fizeram sucesso em 2008 e 2012.

 

(veja novo artigo sexta feira)